DIAGNÓSTICO DE DENGUE GRAVE EM CAETÉ

Enquanto autoridades de saúde se esforçam para fazer frente a ameaça do novo coronavírus, a dengue avança, apesar das campanhas, em mais um ano com alto número de casos.

O estado de Minas Gerais registrou, nesta semana, a primeira morte do ano pela doença. Trata-se de um morador da cidade de Medina, no Vale do Jequitinhonha, a mesma região em que 11 de 28 dos municípios têm incidência muito alta da virose (mais de 500 casos por 100 mil habitantes) nas últimas quatro semanas epidemiológicas. Outros 10 óbitos estão sob investigação. Enquanto isso, o número de casos prováveis (soma de suspeitos e confirmados) saltou de 13.178 para 20.381 na comparação entre o boletim de ontem e o divulgado em 17 de fevereiro pela Secretaria de Estado de Saúde.

Os óbitos que ainda podem ser confirmados ocorreram nas cidades de Joaíma (Vale do Jequitinhonha), Além Paraíba (Zona da Mata), Bom Despacho (Centro-Oeste), Cássia (Sul), Taparuba (Zona da Mata) e Uberaba (Triângulo), além de Campo Belo (Centro-Oeste) e Iturama (Triângulo), que investigam duas mortes, cada um.

Outro dado que preocupa diz respeito às cidades em incidência muito alta da doença, isto é, aquelas que tem mais de 500 casos por 100 mil habitantes em 2020. Neste levantamento, são 45 municípios. No anterior, eram 26. Observa-se uma concentração de localidades nesta condição nas regiões do Triângulo Mineiro, Zona da Mata, Central, Centro-Oeste e Vale do Jequitinhonha.

Nesta última, onde aconteceu a primeira morte do estado no ano, as 11 cidades em situação mais crítica quanto à dengue são Novo Oriente de Minas, Bandeira, Itambacuri, José Gonçalves de Minas, Palmópolis, Medina, Frei Gaspar, Rubim, Couto de Magalhães de Minas, Campanário e Leme do Prado.

Até o último boletim em 2020, foram notificados 64 casos de dengue com sinais de alarme (sintomas como queda abrupta das plaquetas, vômitos persistentes e dificuldades para respirar) e 10 casos foram classificados como dengue grave. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, são três diagnósticos com sinais de alarme em Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima e dois graves em Pedro Leopoldo e Caeté.

E a situação pode piorar com as chuvas que não cessam em boa parte do estado. A previsão para o resto da semana é de mais precipitação, o que pode ocasionar, conforme mostrou ontem o Estado de Minas, o surgimento de ainda mais focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti.

VEJA A NOTICIA COMPLETA NO SITE > ESTADODEMINAS

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s