POLICIA PÕE FIM A QUADRILHA QUE MOVIMENTAVA 80 MIL REAIS POR DIA

Um vereador, dois investigadores da Polícia Civil e quatro policiais militares eram procurados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) por suspeita de envolvimento em uma máfia de máquinas caça-níqueis, homicídio e tráfico de drogas.. Investigadores procuraram os suspeitos em inúmeros endereços de BH; entre eles, um condomínio de luxo em Nova Lima

Durante o dia foi  preso o homem suspeito de liderar a organização criminosa que movimentava cerca de R$ 80 mil por dia. O nome não foi divulgado, mas ele é conhecido como Danone.  Ele foi detido em casa, na Vila da Serra, em Nova Lima, na Região Metropolitana de BH. Com ele, foram apreendidos: R$ 15 mil e uma arma de fogo. Em sua casa, foram encontrados R$ 60 mil, além de drogas sintéticas, como ecstasy, LSD e cocaína.

Junto com ele, que se identificava como empresário, foram presas quatorze pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa que explorava jogos de azar em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Dois policiais civis e cinco policiais militares estão entre os suspeitos. Pelo menos cinco policiais militares trabalhavam para ele como segurança armada da quadrilha. Outros dois civis também são suspeitos de integrar o bando. Um deles tinha a função de gerente. Ele era responsável por contabilizar o dinheiro. A suspeita é de que ele também era vereador de Ribeirão das Neves. O outro fazia pesquisas para burlar possíveis investigações.

Um outro gerente – que não é policial – tentou fugir e foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-040, em Congonhas. Com ele, foram encontrados R$ 17 mil.

Autoridades acreditam que a organização tinha caça-níqueis espalhados por 60 pontos em bares e restaurantes de Belo Horizonte, Contagem, Sete Lagoas, Ribeirão das Neves e Nova Lima. As informações foram repassadas em coletiva de imprensa nesta sexta-feira.

A operação foi deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais, pela Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais e da Polícia Militar do estado.

De acordo com o promotor do Ministério Público as investigações começaram há seis meses e a suspeita é de que a organização atuava por mais de um ano. Esta semana, um homem morreu assassinado, no Bairro Saudade, na Região Leste, o que motivou que a operação ocorresse nesta sexta-feira Policiais civis estão em uma casa de custódia e os policiais militares estão em quartéis. Eles podem responder por lavagem de dinheiro, organização criminosa e exploração de jogos de azar, homicídio tentado e homicídio.

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