PICO DA PANDEMIA EM MINAS DEVERÁ SER DIA SEIS DE JUNHO

O SECRETÁRIO ESTADUAL DE SAÚDE, CARLOS E.AMARAL AFIRMOU NESTA SEGUNDA-FEIRA (4) QUE AS PROJEÇÕES SÃO REAVALIADAS DIARIAMENTE.

Essas projeções dependem, entre outras coisas, do isolamento social e que o objetivo da secretaria é “ir, progressivamente, distanciando o pico”.

“O ideal seria que não tivéssemos pico. Toda vez que falamos de picos, falamos de sobrecarga, de aumento de demanda da capacidade assistencial. De uma forma geral, com as medidas de distanciamento e uso de máscaras, queremos ir, progressivamente, distanciando o pico. Mantendo o que estamos orientando, queremos que o pico seja o menor possível e que se alongue no tempo”, disse Amaral.

Como os dados são dinâmicos, a data deste pico também é. No começo de abril, a previsão era de um pico no final daquele mês. Já no dia 16 de abril, a expectativa havia passado para o o fim de maio. No dia 22 de abril, a projeção era o dia 3 de junho.

Esse pico, até então adiado, pode ser antecipado caso haja uma redução no isolamento social. Segundo o secretário de Saúde, durante o feriado prolongado as pessoas ficaram mais em casa do que nos dias da semana.

“Temos, sim, um acompanhamento. O que nos vimos na semana passada foi que houve diminuição de isolamento. Mas não houve aumento de movimentação no fim de semana, em relação à semana. Isso tem se mostrado uma tendência do estado e chama a atenção porque, se a diminuição começar a ser importante, será equivalente à quebra do isolamento”, explicou.

A importância do isolamento social foi reforçada pelo secretário-adjunto de Saúde, Marcelo Cabral. “Eu, particularmente, tenho pais idosos que podem vir a óbito caso relaxarmos em relação ao enfrentamento da Covid-19. Cabe ao estado ser um orientador nessas medidas de prevenção. E nós devemos manter as medidas que conseguem estabelecer a segurança para cada um de nós”, completou Cabral.

De acordo com o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado nesta manhã, Minas Gerais tem 90 mortes pela doença. O número de casos confirmados de coronavírus passa de 2,3 mil.

Chegada do frio

Belo Horizonte registrou, nesta segunda-feira (4), a madrugada mais fria do ano. A queda nas temperaturas, comum nesta época, é uma preocupação a mais durante a pandemia. Para o secretário de Saúde, o aumento no número de doenças respiratórias é esperado.

“As quedas nos deixam mais atentos. Foi orientado pelo Ministério da Saúde a antecipação da campanha de vacinação da H1N1, com esse objetivo de diminuir o número de casos de doenças respiratórias e doenças gripais”, disse.

‘Minas Consciente’

O “Minas Consciente”, que traz protocolos para a flexibilização das atividades econômicas no estado, ainda está em fase de adesão pelos municípios. Cabe a cada prefeito a decisão de participar, ou não, do programa.

Inicialmente, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) havia dito que as cidades não precisavam informar a pasta sobre a adesão. Depois, disseram que isso seria feito por meio de decretos municipais. Nesta segunda-feira (4), o secretário de Saúde pediu que os prefeitos façam a notificação através do site do governo. Ainda não há dados sobre quantas cidades já estão participando do programa.

Assista à integra da entrevista coletiva:


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